06/12/2013

Nelson Mandela

"Nelson Mandela, o libertador da África do Sul como prisioneiro e presidente, morre aos 95 anos." Fonte: NY Times...

Uma pessoa, um ícone da história da politica mundial. Um cara que acreditou, lutou e lutou muito por seu povo e seu país. Um exemplo de vida. Quem teria sua coragem? Pense nisto !

 leia mais em  http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2013/12/06/nelson-mandela-o-libertador-da-africa-do-sul-como-prisioneiro-e-presidente-morre-aos-95-anos.htm


20/11/2013

Manifesto por eleições limpas e democráticas

O atual sistema político brasileiro está viciado. Abre caminho para a corrupção eleitoral e para uma representação política que, em muitos casos,
não atende às aspirações do povo brasileiro. Com isto, distorce a vontade popular limitando o alcance de uma verdadeira democracia política.
As manifestações que o povo brasileiro, em particular a juventude, vem realizando são uma demonstração cabal da aspiração em liquidar com a
corrupção e aprofundar o processo democrático no País. A Lei da Ficha Limpa cumpriu importante papel ao atacar as consequências da corrupção eleitoral. Agora é necessário enfrentar suas causas e adotar um sistema eleitoral que assegure o aprofundamento da democracia. Uma grave distorção do processo democrático está no sistema eleitoral. As eleições são feitas em torno de indivíduos e não de partidos e de propostas que expressem os interesses da maioria da sociedade. O eleitor vota, na maioria dos casos, sem conhecer as propostas do candidato. E se elege aquele que tiver mais dinheiro. Com isto o processo eleitoral fica rebaixado. Não se coloca em pauta as propostas de solução dos problemas de interesse da sociedade. Torna-se necessário a adoção de um sistema eleitoral em que as eleições se façam em torno de projetos e não em torno de indivíduos. Além do mais não há como proibir as doações empresariais, outras de nossas bandeiras, sem alterar o atual sistema eleitoral. Propomos a adoção de um sistema eleitoral em que o voto seja dado a um partido e ao seu programa. E que a eleição de parlamentares se dê em dois turnos, assegurando-se ao eleitor a palavra final sobre os eleitos. No primeiro, o eleitor votaria no partido e na sua lista de candidatos formada em processo democrático, com a participação de todos os filiados. No primeiro turno seria definido o número de parlamentares que cada partido elegeu, sem definir ainda quais. No segundo, os eleitores escolheriam o candidato de sua preferência. Esta escolha seria feita em torno do dobro das vagas obtidas por partido no primeiro turno. Assim, se um partido obteve cinco cadeiras, no segundo turno a votação seria entre os dez primeiros colocados da lista partidária. Com isto o primeiro turno garantiria a opção em torno de um determinado projeto para o país, estado ou município. E o segundo permitiria a escolha do candidato da preferência do eleitor.
Dispomos de dados que demonstram que isso reduzirá o custo das eleições para a Justiça Eleitoral, pois hoje o que mais impacta esse valor é o número excessivo de candidatos. A questão que mais distorce a vontade da maioria da população é o financiamento privado de campanha. Ele permite ao poder econômico
influenciar o processo político, privilegiando candidatos que representam interesses de uma minoria em prejuízo dos candidatos que visam os interesses da maioria do povo brasileiro. O real montante das doações privadas para as campanhas eleitorais não aparece. Se constitui de volumosas doações não declaradas que se prestam a formação do chamado “caixa dois”, causa principal da corrupção eleitoral. Uma análise deste financiamento, dito privado evidencia que de privado tem apenas o nome. Os políticos que dele se beneficiam, muitas vezes, retribuem aos seus financiadores com recursos públicos através do
superfaturamento de obras e de contratos privilegiados. Esta prática acarreta um saque aos recursos públicos de regra muito maiores do que a doação realizada. Os candidatos que assim se elegem traem compromissos com seus eleitores, pois defendem os interesses de quem os financiou, causando justa
indignação na sociedade. Para acabar com essa distorção do processo eleitoral e com a corrupção
eleitoral é que propomos o financiamento democrático de campanha. Por fim, o projeto ampliará a liberdade de expressão dos cidadãos e da imprensa, hoje cerceada por leis retrógradas que permitem até que internautas sejam multados por haverem emitido opiniões de natureza crítica. A Reforma Política Democrática com o financiamento democrático de campanha, a eleição parlamentar em dois turnos e a liberdade de expressão plena sobre a política representa o caminho para aprofundar a democracia,
garantindo a ampliação da representação política da maioria da sociedade, valorizando o papel do eleitor e contribuindo para o fim da corrupção eleitoral.
Sim à Reforma Política Democrática!
Sim à ampliação da representação popular nas instâncias de poder!
Não ao financiamento de campanha por empresários!
Não à compra de votos e de parlamentares!
FONTE: https://eleicoeslimpas.org.br/entenda acessado em 20/11/2013


18/11/2013

Mensaleiros na cadeia - Papuda Neles !!!

No dia 02 de Agosto de 2012 fiz um post neste blog sobre o início do julgamento do mensalão e no dia 15 de novembro de 2013 vi o Genoínio e J. Dirceu serem presos, além dos demais condenados como Delúbio, Marcos Valério e cia. Só o Pizolato escapou, fugindo para a Itália. O mensalão foi o responsável pela minha opção de participar ativamente de um partido político devido à minha indignação frente a este escândalo. É muito fácil falar, reclamar dos políticos, evitar a discussão, pois atirar pedra é o que muita gente faz mas buscar alternativas para melhorar este país e nossa cidade, é difícil. Faça a sua parte e na próxima eleição pense bem antes de votar e não reeleja ninguém. PEC 280 Já!

04/11/2013

"A privacidade na web é uma ilusão"

Por Ligia Aguilhar
Responsável por elaborar relatórios de cibersegurança para Obama diz que é impossível evitar o monitoramento
SEUL – Diretor do Centro Internacional de Estudos Estratégicos (CSIS, na sigla em inglês), James Lewis já liderou a produção de uma série de relatórios sobre segurança na internet para o presidente americano Barack Obama. Considerado um dos maiores especialistas em cibersegurança do mundo, é autor de mais de 90 publicações sobre assuntos relacionados ao tema.
Em entrevista exclusiva ao Link no mês passado, durante a Conferência de Cibersegurança em Seul, na Coreia do Sul, Lewis falou sobre o escândalo da espionagem norte-americana, afirmou que todos os países possuem algum tipo de vigilância, que o Brasil não é defensor da democracia e que a privacidade na internet é uma ilusão. Confira os principais trechos:
O Brasil defende um modelo descentralizado de regulação da internet. É a melhor opção?
Quando o modelo de regulação atual foi decidido, a maioria dos usuários da internet eram americanos. Hoje não é mais assim. As instituições criadas na época precisam se tornar globais. Esperamos que o Brasil se coloque ao lado da liberdade de expressão e defenda a internet aberta.
Muitos dizem que todos os países já sabiam sobre a espionagem. Se isso é verdade, por que continuamos tão vulneráveis? 
Os especialistas sabiam, mas o grande público não. E ele não entende quão vulnerável está na web. A internet é totalmente insegura. Enviar um e-mail é como mandar um cartão postal, as informações estão abertas. A privacidade é uma ilusão. E o (Edward) Snowden acabou com essa ilusão.
Essa espionagem é uma forma de ciberguerra?
Não. A espionagem é comum. Sempre falei com outros países sobre esse assunto e não encontrei nenhum que não estivesse engajado em algum tipo de espionagem. Tenho quase certeza que o que o Brasil faz tem foco doméstico. Não me surpreenderia descobrir que países da América do Sul espionam uns aos outros. Alguns documentos do Snowden mostram a inteligência de outros países. Eles vão aparecer e reformular o debate.
O Brasil tomou medidas contra a espionagem como criar um serviço de e-mails nacional e comprar um satélite. Funciona?
Isso tudo é “fofo”. Temos uma cadeia de suprimentos global, não fazemos mais as próprias tecnologias e isso cria riscos. É um dilema. Mas não significa que é viável economicamente fazer as próprias empresas. Rússia, EUA, Reino Unido, Israel e talvez os 20 ou 30 maiores cibercriminosos do mundo são capazes de quebrar qualquer sistema de segurança existente no mundo.
O que Brasil deveria fazer?
Pode fazer as empresas observarem melhor suas engrenagens, criar redes mais seguras e se engajar de forma positiva internacionalmente. A democracia não acontece. Há pessoas que a defendem. Não vejo o Brasil fazer isso.
O que você quer dizer?
Não vejo o Brasil defender a democracia. Não tenhamos ilusões sobre isso. O Brasil não assinou a Convenção de Budapeste e isso é muito questionável. Façam isso, invistam em engrenagens básicas, defendam a internet aberta e 90% do problema vai desaparecer.

Qual a maior preocupação dos EUA em relação ao Brasil?
O Brasil não é uma prioridade para os EUA. Dizem que os americanos fazem espionagem econômica, mas não é verdade. Uma das coisas que os EUA monitoram é corrupção. E nós a encontramos, não necessariamente no Brasil. Mas se há empresas norte-americanas no país, estamos preocupados com isso. O Brasil tem o direito de estar chateado. Do lado americano, digo que precisamos ser mais transparentes, estabelecer princípios de reciprocidade e garantir que as coisas serão feitas de forma responsável. Precisamos pedir desculpas ao Brasil. Mas para os americanos é difícil fazer isso.

24/10/2013

Nepotismo, você é a favor?

No Brasil, a carta de Caminha é lembrada como o primeiro caso de tentativa de nepotismo documentada, embora esta constatação tenha sido refutada. De acordo com a interpretação original, ao final da carta Caminha teria pedido ao rei um emprego ao seu genro. Devido a isto, a palavra pistolão, muito empregada no Brasil para referenciar um parente ou conhecido que obteve ganhos devido a nepotismo ou favoritismo, teve origem na palavra epístola (carta), devido à carta de apresentação supostamente feita pelo escrivão Pero Vaz de Caminha ao Rei D. Manuel I, ou seja, antes mesmo do Brasil ser habitado esta prática era verdadeira. É inadmissível que no século XXI ainda continuemos com esta prática em nossas instituições. Transparência começa dentro de casa. Xô nepotismo !!!

18/10/2013

Eleições no Minas Brasília 20 de outubro - Vote Chapa 1

Caríssimo(a) Associado(a), 
Estamos na semana decisiva, não esqueça de anotar
em sua agenda. 
No próximo domingo, dia 20/10/2013, das 9:00 às 16:00 hs. (horário de Verão)
- ELEIÇÕES NO MINAS BRASÍLIA TÊNIS CLUBE.
Será o grande dia de tomar a decisão em manter o seu Clube entre os melhores de Brasília, para isso, vamos Votar na CHAPA 1 (AMOR E TRABALHO) - GRIPP PRESIDENTE, o nome da Chapa traduz tudo que melhor espelha a Administração GRIPP. (Amor ao Clube e Trabalho para o Associado)
Não esqueça, na última Eleição houve empate, portanto, o seu Voto foi decisivo naquela ocasião e agora, mais que nunca será.
Contamos com seu valioso voto.......VOTE CHAPA 1 - GRIPP PRESIDENTE.......O QUE ESTÁ BOM FICARÁ AINDA MELHOR!!!
TUDO DEPENDE DE VOCÊ, AVISE A SEUS CONTATOS.

15/10/2013

Parabéns aos Professores

Ministrei aula por 06 (seis) anos no curso de Administração de Empresas nas cadeiras de Marketing e TGA I e II além de ser orientador de TCC e Coordenador da Empresa Júnior da Faculdade ESPAM, hoje Projeção. Foi uma época incrível, muitas experiências, muitas alegrias e além de tudo a sensação do dever cumprido pois a cada conclusão de TCC (foram 23 orientados ou desorientados) sentia um prazer enorme de participar, pelo menos por alguns semestres, da formação daqueles bravos alunos que em sua grande parte trabalhavam durante o dia e "estudavam" a noite. Em uma dessas apresentações de TCC, a minha primeira aluna orientada, levou os pais na apresentação e quando do término os dois vieram me agradecer pela formação da filha, Sra. Rosa. Esta foi uma cena que jamais esquecerei e que me marcou profundamente como Professor. Este acontecimento me deu tanta força de continuar contribuindo com a formação dos alunos que o salário não era e nunca foi uma busca e sim uma pequena contribuição para os gastos do dia a dia. Este é o Professor, com estantes cheias de livros, bolsos vazios mas uma mente repleta de conhecimento compartilhado. Viva a Educação, viva a força de vontade e viva o Professor Brasileiro.